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segunda-feira, 13 de maio de 2013

Fábrica de Ração Animal


Mini Fábrica de Ração animal

Fábrica para processamento de ração Animal para: Ovinos, Bovinos, Caprinos, Eqüinos, Suínos e Aves - produtos balanceados para animais de pequeno, médio e grande porte.



FABRICA INSTALADA E FUNCIONANDO PARA SEU NEGOCIO PRÓPRIO E PRODUTIVO.          

A proposta é destinada a novos empreendedores produtivos. A fábrica inclui todo o suporte, apoio técnico e comercial adequado, com um programa de acompanhamento integral para a implantação e entrega da Unidade instalada e funcionando, sistema “chave em mãos”. Nossa experiência de quase 12 anos instalando fábricas na América Latina agora a disposição do seu negócio!

Para sua fábrica, incluímos: consultoria técnica – acompanhamento – maquinário – equipamento – processos – técnicas de fabricação – instalação – tecnologia – 02 visitas técnicas: PAE- Programa de Acompanhamento Empresarial, com 04/06 meses de suporte após a instalação.

Pequenas Fábricas Completas: Capacidades de produção prontas, de 500 a 1.000 Kg. Outras capacidades sob consultas e projetos especiais. 

Máquinas e Equipamentos para Unidade Completa de Produção:
  • Uma Balança de Plataforma;
  • Uma Tolva (funil) de Carga e recepção;
  • Um Rotor de parafuso helicoidal de Elevação;
  • Um Moinho de Martelo;
  • Uma Tolva (funil) de Armazenagem;
  • Um Misturador de Ração;
  • Uma Tolva (funil) de Recepção de Moinho;
  • Um Descarregador de Ração;
  • Uma Seladora de bolsas plásticas;
  • Uma Máquina de costurar sacos.

***Os Equipamentos são conforme Fábrica selecionada: solicite orçamento.

Área de instalação para a fábrica: a partir de 28/30m². Não incluído a área para escritório. 
Mão de Obra: 03 a 04 operadores. 
Rentabilidade: acima de 100%. 
Consulte como adquirir sua fábrica e negócio próprio: Oferecemos o programa de Apoio e de “visitas técnicas” à sua localidade para montar e formatar todo o projeto, incluindo a viabilidade do seu negócio. Fábricas entregues “Chave em mãos”, instaladas e funcionando com todo o acompanhamento técnico e comercial.
Contate-nos indicando sua localidade, seus dados (se já atua no ramo, favor informar) e data para início do negócio.

S A L O N E M P R E N D E D O R 
Brasil – Argentina – Paraguai – Chile – Equador – Venezuela.

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sexta-feira, 10 de maio de 2013

Fábrica de Queijos


Processo de Fabricação de Queijos 

Apesar de milenar, a fabricação de queijo vem se modificando e se adaptando aos processos industriais de grande porte. Porém, entendemos que a atividade artesanal ainda tem seu espaço, pois é apenas através dela que é possível acompanhar de perto cada passo da produção, imprimindo personalidade a cada tipo de queijo. Esse diferencial competitivo abre espaço dentro do mercado, atendendo a necessidade dos consumidores ao buscarem novas experiências de consumo.
Quem sabe, não seja a oportunidade de pensar neste negócio e, se for este o caso, lhe daremos algumas máquinas e informações que lhe ajudarão a decifrar este apaixonante negócio agro - alimentar.

PROCESSO e FABRICAÇÃO DE QUEIJOS (abordagem genérica) 



Recepção da Matéria prima:

  • Recepção: Tarefa na qual o leite é higienizado com o fim de eliminar suas impurezas provenientes do tambor. Esta operação se realiza com um tanque em aço inox, equipado com coadores super finos;

  • Homogeneização do leite: pode ser feita a homogeneização se a intenção é que se tenham parâmetros específicos de gordura. Para isso, se utilizam desnatadores que, por ação de centrifuga, separam a gordura láctea. No caso da não realização deste tratamento de homogeneização, o queijo pode ser fabricado com leite integral;

  • Armazenamento: Posteriormente, se o leite não for submetido ao processo de fabricação de queijo no ato, deve-se esfriá-lo a -3/-4° graus, pois esta é a temperatura ideal tanto para conservação quanto para transporte;

  • Pasteurização (Tratamento térmico do leite): Antes de      iniciar a fabricação de queijo, seja com leite recém ordenhado, refrigerado ou armazenado, o leite deve ser submetido a um processo térmico a 72-80° graus durante 20-40 segundos (esse processo se chama pasteurização). Realizado com equipamentos de pasteurização com controle de temperatura, seu objetivo é eliminar micróbios patogênicos do leite. Quando esse processo não é aplicado dizemos que o queijo foi fabricado com leite cru. O Queijo fabricado com leite cru, é muito saboroso, e pode ser consumido sem nenhum problema, respeitando sempre sua maturação mínima de      mais de 60 dias á uma temperatura de 5°, salvo se o leite procede de tambores higienizados e com boas práticas de produção;

  • Tanqueado: Preenchimento do Tanque e incorporação de fermentos.Uma vez que o leite foi tratado termicamente, o “cru” deve ser colocado em um tanque ou cuba para que possa ser submetido a processo de esquentamento á temperatura de 25-30° graus, onde será incorporado o cultivo de bactérias lácteas e fermentadas, molhos cuja missão é fazer crescer, dar aromas e sabores, que serão desenvolvidos em um próximo processo (maturação);

  • Coagulação do Leite: Na seqüência, se inclui o coalho em porções indicadas pelo fabricante e dependendo do tipo de queijo a ser fabricado. Neste momento é quando de fato o leite passa a transformar-se em queijo, tendo em vista que a caseína (importante proteína do leite) é coagulada a uns 30-32° graus, as fórmulas para a fabricação conforme o queijo vão entre 30-35° graus.  Outra técnica de coagulação é mediante a acidificação do leite, nesta se deixa o leite em temperatura ambiente e sua acidez vai subindo até que passa a adquirir um aspecto de coagulado ou de “leite coalhado”. Este sistema é utilizado na fabricação de vários tipos de queijos;
  • Corte da massa coalhada: Quando a coagulação estiver terminada a massa ou pasta coalhada deve ser cortada mediante facas ou liras, o objetivo de cortar a massa é conseguir blocos/grãos quadrados de maior ou menor tamanho, dependendo do soro que se deseja reter, normalmente um queijo mais úmido (queijos frescos) estão formados por blocos/grãos maiores. É nessa fase que se extrai o soro que sobra (soro e a parte líquida do leite que não foi aproveitada na fabricação do queijo) o qual, dentre outras aplicações, se usa para fabricar ricota;

  •  Esquentamento da Coalhada: A massa ou pasta coalhada, uma vez que tenha sido cortada deve ser levada ao forno entre 30-40° graus, enquanto é agitada para que os blocos/grãos permaneçam separados e não se unam novamente. Quanto mais quente ficarem os blocos/grãos de massa, mais seco será o resultado devido ao maior desprendimento de soro. Em função da temperatura a que foram submetidas à massa/ pasta, denominamos: pasta/massa macia, pasta/massa semi-cozida;

  • A Prensagem do Queijo: Finalizado o esquentamento, procedemos com o preenchimento dos moldes que darão forma e tamanho ao queijo. Os moldes podem ser submetidos a uma prensa. Esta pressão produz uma eliminação de soro e permite com que o queijo adote formas mais acentuadas. Assim falamos de queijos de pasta/massa prensado e de queijos de massa/pasta não prensado;

  • Selagem do Queijo: Uma vez que o queijo foi prensado, passamos para a fase de selagem. Esta pode ser feita a seco, diretamente sobre a massa ou por imersão em água, com sal ou salmoura;

  • A Maturação do queijo: A maturação é a última fase da fabricação. Pode durar desde algumas horas, até vários meses, variando conforme o tipo de queijo que se deseja obter. Neste processo de maturação se desenvolvem uma grande quantidade de aromas e sabores. A Maturação se leva a cabo em zonas especialmente condicionadas, onde a temperatura e a umidade são adequadas para cada tipo de queijo, o que implica adaptar instalações, com clima controlado, mesmo em regiões que possuem condições naturais de temperatura e umidade, o que dão uma condição especial a seus queijos;

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segunda-feira, 6 de maio de 2013

Plano de Negócio Prático - Parte 3


Plano de Negócio Aplicativo
Guia Prático para Plano de Negócio - 
Pequenas Fábricas. (PARTE III)






Passo 5 – Formação de custo operacional de produção e investimento

Hora de avaliar os números e ver nossa posição de viabilidade do empreendimento.Façamos os cálculos para saber quanto nos custaria aproximadamente fabricar os produtos da pauta de operações (ver e somar as matérias primas, os insumos com sua embalagem,entre outros).Tudo será aproximado, depois vamos ter tempo para certificar os números - não se amarre sem avançar no plano. Saber estimar quanto nos custaria produzir por dia,por semana,por mês, tendo em vista à matéria prima e mão de obra mínima, gastos fixos do mês, transporte de compra e venda, acrescentando de 4 a 6% para fundo de marketing. Agora que já tem tudo isso na mão, Já decidiu se quer montar seu negocio? Pense nisso 1 minuto…
Bem,se já tomou sua decisão, já temos uma idéia de quanto nos custaria produzir, já temos o custo estimativo do produto, sabemos qual será o mais vantajoso na primeira etapa e na segunda etapa e sabemos que capital será necessário para produzir diariamente, mensalmente,... Sabemos também que preço terá nosso produto comparado com os concorrentes (relação preçoXproduto mais vantajosa).


Passo 6 – Decisão e busca de recursos

Agora que já sabe qual o capital operacional necessário para o inicio do nosso negócio, cabe definir se podemos ou não fazer, se é possível ou não realizá-lo, e se você se vê como empresário dentro desse segmento. Se a resposta é sim, então vamos viabilizar de que maneira? Podemos fazer de forma industrial ou iniciamos de forma mais caseira e artesanal.Avaliamos os recursos (se são suficientes) ou decidimos pela busca de um sócio ou  financiamento.
Vale mencionar que não chegamos até está etapa só para satisfazer uma curiosidade ou guardar as informações no computador ou gaveta.
Se chegamos nesse ponto é hora de fazer acontecer!



Programa Marketing de Relacionamento

Passo 7- Hora De pensar no marketing

É hora de vender nossa idéia de negócio, discursar sobre o produto por todos os canais de alcance do cliente,e esse ponto é o assunto de nosso próximo post.

Se gostou dos nossos posts, deixe seu comentário! Ficaremos felizes em prestar assistência e esclarecimento.



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sexta-feira, 3 de maio de 2013

Plano de Negócio Prático - Parte 2


Plano de negócio – Parte 2

Plano de Negocio Aplicativo
Guia Prático para Plano de Negócio - Pequenas Fábricas. (PARTE II)



Vamos fazer o plano de negócio prático. (Passo a passo)

Passo 1- Montagem e seleção de fornecedores
Vamos Iniciar sua agenda com a visita ao mercado de fornecedores de matérias primas, atacadistas e importadores. Sugerimos que os visite para ter percepções claras sobre cada um deles.
Dica: Elabore Fichas e Planilhas, Crie uma planilha de avaliação, contendo pontos como: variedade, qualidade de produto, especialidade, preços, entre outros conceitos de avaliação. É importante ter em mente que uma fábrica sem matéria prima é um carro sem gasolina no meio do nada. Antes de sair de casa, imagine a importância de ter bons fornecedores, trate-os igual ou melhor do que a um cliente, lembre que depende da matéria prima a qualidade do produto.

Passo 2- Visite o seu mercado (Conheça o lugar onde pretende se instalar)
Vá até os locais onde o produto que deseja produzir é vendido. Veja os produtos iguais ao seu, similares, substitutos, ou seja: produtos que são iguais ao seu, mas que podem concorrer indiretamente. Exemplo: (Suco X Refrigerante), (Bala X Goma de Mascar), (Amendoim Torrado X Soja torrada), (Bata chips x Salgadinho). Faça uma comparação entre seu produto e o da concorrência, visitando atacadistas, varejista, pontos de venda tradicionais, bem como os pontos de vendas alternativos. Se possível, visite os concorrentes, tente saber que produtos fabricam e quem são seus fornecedores no mercado.

Passo 3- Produtos, Concorrência e Mercado Potencial
Retornando a sua casa ou seu escritório organize a informação, veja os produtos e experimente os produtos (compre alguns e faça a sua avaliação). Veja detalhadamente a embalagem, as cores, lembre em que posição os encontrou na gôndola, avalie se o preço cobrado foi proporcional a qualidade, tente calcular o custo de fabricação e margem de lucro aproximado, anote detalhes de sabor, cor e aroma, veja e compare o que o líder de mercado tem que os outros não têm. Use seu olfato empresarial e pense nas melhorias que podem ser realizadas. Sugerimos que compartilhe sua experiência e colha opiniões junto aos amigos e familiares.

Passo 4- Custos Fixos e Operacionais de Implantação.
Agora vamos seguir para o próximo passo. É preciso saber quanto custaria por mês à manutenção do nosso negócio, produzindo uma quantidade mínima por mês. Vamos fazer uma estimativa de custos fixos, ou seja: luz, água, telefone, aluguel, mão de obra, transporte, alimentação, material de escritório, limpeza etc. Uma boa dica é comparar com o que gasta em sua casa, multiplique pelo dobro. Nesta fase não obteremos valores exatos (valores reais aparecerão quando o empreendimento estiver funcionando, não durante o planejamento).
É muito importante estabelecer um foco, um lema de trabalho. Tenha em mente que o tempo é o fator determinante para qualquer jornada de sucesso,portanto,exercite a paciência.
A típica expressão “Eu começo quanto tiver as condições ideais” é um engano comum. A famosa busca pelo ideal geralmente nunca ocorre. Saiba que isso é um pretexto muito utilizado para prorrogar decisões ou para “realizar”.

No próximo post, examinaremos os seguintes detalhes:

  • Formação de Custo operacional de produção e investimento;
  • Decisão e busca de recursos;
  • Programa de Marketing de Relacionamento.
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quinta-feira, 2 de maio de 2013

Plano de Negócio Prático



Plano de Negócio Prático, 
Dicas Para Montar seu 
Plano de Negócio para pequenas fábricas. (PARTE I)



Esta metodologia de montagem prática do Plano de Negócio é aplicada no nosso programa de formação empresarial para empreendedores que adquirem fábricas por meio do Salon Emprendedor. Aqui, resumimos sua forma interativa, como se usa e como é aplicado no plano e nas tarefas diárias de montagem de uma pequena fábrica, e que também podem ser aplicáveis a qualquer segmento.

O Plano de negócio de forma simplificada descreve o que se pretende fazer e como será planejado o funcionamento do negócio, de como a idéia vai se tornar real e viável, e demonstra por que o negócio vale ser realizado (apresentamos aqui uma boa demonstração da rentabilidade e do excelente retorno do capital investido). Evidentemente que isso agrada muito a bancos, instituições financeiras, ONGs, Secretarias Governamentais, enfim, órgãos que geralmente financiam projetos.

O Plano de Negócio deve ser apresentado num formato mais técnico na organização de seus conteúdos, lembrando que deve atender o objetivo vital de ser visto e lido por terceiros que geralmente o analisam nos mínimos detalhes de formatação, arranjo, enquadramento, com fim de liberar ou não a verba ou financiamento.

Não vamos esperar fazer todo o plano de negócio, para descobrir se é ou não viável. Exercitemos isso a fim de alcançar um formato de organização de pensamento básico, sobre conceito de negócios, os resultados do estudo, o processo de realização e exercício da metodologia aplicada.
O que realmente faz diferença para que um plano de negócio seja bem sucedido na prática não é como se faz ou a formatação que essa pessoa escolha. Quem vai fazer, o autor, é o fator determinante para que o negócio tenha êxito ou não.
Em nossos próximos posts, auxiliaremos na elaboração do plano de negócio aplicável, e, baseado no conhecimento adquirido, disponibilizaremos a oportunidade de iniciar seu negócio próprio, contando com as mais de 250 configurações de fábrica do Salon Emprendedor.


Contate-nos:

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segunda-feira, 15 de abril de 2013

Ciência do Saber Fazer


Ciência do saber fazer 
(Casos de Sucesso)



"Empreender com a 'Ciência do Saber Fazer'" 
Técnicas e Casos.


Queremos aqui, dar de forma ilustrativa, algumas das características que definem o perfil destes gurus modernos com suas afiadas e eficazes práticas de “saber fazer” com resultados. São grandes empreendedores, os másteres na disciplina, e que identificamos aqui, como os genuínos portadores desta ciência de gestão, que denominamos “a ciência do saber fazer”. Veja em nossos blogs outros artigos sobre o desafio de empreender.

Algumas das características são a mentalidade funcional da operatividade e a capacidade de ver em projeção de cenários, que incluem muitas vezes o chamado pressentimento, este último, muito desenvolvido pelos empreendedores empíricos, “como funcionará e como ocorrerá”.

Trata-se de uma operação, de um empreendimento. Estes “craques” da ciência aplicativa do saber fazer conseguem ver com quase certeza tudo que poderá acontecer, e, em muitos casos, se utilizam da intuição, o “chamado olfato empresarial”. Damos como exemplo o caso de um amigo e empresário, Valdir. Um distribuidor e revendedor brasileiro de máquinas pesadas e com quem trabalhamos em operações de exportação nos mercados do MERCOSUL há alguns anos atrás.



Caso 01 - Intuição Empresarial:

Certa vez, num fim de tarde em Santa Marta - Colômbia, nosso amigo Valdir conversava no telefone com sua esposa em São Paulo, dando instruções para que ela retira-se de todos os bancos onde possuíam contas todo seu dinheiro e o levasse para sua casa, enquanto Luis (diretor do Salon Emprendedor) contemplava o azul turquesa das águas do complexo turístico onde estavam hospedados. A voz do Valdir ecoava cada vez mais alta, enquanto repetia “sim, sim, é claro que estou louco”. Na época, acabava de assumir como presidente do Brasil Fernando Collor de Melo. Luis e Valdir já tinham conversado a respeito de possíveis mudanças no cenário econômico com a chegada do novo presidente. Valdir na época dizia: “Esse louco vai confiscar as contas bancárias de todos os brasileiros”. Enfim, enquanto Valdir convencia a sua mulher a fazer o que ele estava pedindo, Luis revisava a agenda e compromissos dos dias seguintes, sem poder se concentrar direito, pois a voz de Valdir se tornava cada vez mais alta e o contraste da linda paisagem de Santa Marta por si só já era uma grande distração.
Mas, resumindo o final dessa história do nosso amigo Valdir, como você já deve imaginar ele “adivinhou” o cenário, pois, dois dias depois, de fato, Fernando Collor confiscou todas as contas no Brasil, incluindo as poupanças. Quando retornamos a São Paulo, já vivíamos o caos: não havia dinheiro circulante no país. Um ato de intuição e de olfato empresarial.

Outra característica dos sábios empreendedores é reconhecer que as pessoas estão no foco do seu negócio. Enxergam nos recursos humanos o seu eixo central, construtor do processo empreendedor de êxito. Sua práxis ensinou que ninguém monta nem constrói um projeto sozinho: o êxito de todo empreendimento será resultado de uma equipe ganhadora, onde o principal responsável por essa equipe é o treinador, ou melhor, dizendo,o “empreendedor”.

Um bom empreendedor é o coaching pessoal dos talentos da equipe que dirige, e, se não levar isso em conta, não existe um empreendimento que atinja seus objetivos, quanto mais o êxito. Já que para o empreendedor de sucesso, as pessoas “são a matéria prima e o produto do seu negócio” e a capitalização para expansão é a gerencia e gestão destes recursos.

Cuidar de seus talentos e cultivá-los para seu entorno é quase uma vocação, é uma metodologia em sua própria essência. Os que são apenas bons empresários administradores usam os talentos apenas como um método técnico de gestão de recursos, onde seus colaboradores o enxergam mais como um ditador de regras de jogo do que como um possível aliado que administra vantagens mútuas e temporais.

Um empreendedor com letra maiúscula tem como concepção de negócio a visão de conceito pessoal, o formar novos talentos sem temporalidade, isso é capturado pelo seu entorno e seus colaboradores, incluindo a capacidade de promover a autonomia e independência dos mesmos, que geralmente depois passam a ser seus aliados em seus novos empreendimentos. Mas, para estar junto do professor os verdadeiros colaboradores devem ser comprometidos com o empreendimento e o sucesso permanente do mesmo.



Caso 02 - Semeando Talentos:

Trabalhando em Assunção, no Paraguai, nosso Diretor Luis Quezada teve a oportunidade de conhecer um personagem: ele, proprietário da mais importante churrascaria do Paraguai. Um brasileiro desbravador e empreendedor, que chegou por essas terras contratado como empregado, e, que, enquanto dirigia seu velho Corcel destino Assunção,a fim de se apresentar para empresa que o havia contratado, já montava seu próprio “simulador de empreendimento”. Acoplou á seu sonho de auto-realização a idéia de criar seu próprio negócio nessas terras, é conseguiu, com muito sucesso, diga-se de passagem, até os dias de hoje.

Um dos segredos de sua ciência de “saber fazer”, é formar talentos, e semear um projeto pessoal para cada colaborador, apoiando assim as expectativas de realização de seus colaboradores. Hoje a maioria de seus colaboradores (empregados) que iniciaram o empreendimento com ele, já são proprietários de importantes churrascarias, casas de lanches e restaurantes espalhados por todo o país. Chegamos a conhecer pessoalmente um deles, que por sinal tem a mesma idade que nosso empreendedor brasileiro. Um fato curioso, nos conta esse ex funcionário é que todos tinham a mania de chamar esse empreendedor de “viejo” (velho), que em espanhol pode ser usado como uma espécie de apelido para “pai”. Outro fato curioso é que todos esses colaboradores estiveram em média oito anos trabalhando para este empreendedor, o que deixa claro que este cara sim, é um grande semeador de talentos.

Esperamos que vocês tenham gostado de nossa seqüência de artigos. Em breve publicaremos novos artigos abordando outras vertentes do empreendedorismo, como:

*Percepção do essencial e habilidade para extrair o aplicativo;
*SEVO: Simulador Virtual de Empreendimentos Operacionais;
*A mentalidade operacional e capacidade de ver em projeção;
*Aplicação Financeira: uma medida justa de valor para recursos e resultados;
*Aprendendo a dividir e somar com empreendimentos.

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